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RECONTANDO HISTÓRIAS: ARY BRANDÃO DE OLIVEIRAAry Brandão de Oliveira foi uma das figuras marcantes da história da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Pará, com atuação destacada na docência, na magistratura trabalhista e na produção do conhecimento jurídico. Nascido em Oriximiná, no Pará, em 29 de junho de 1942, construiu uma trajetória acadêmica sólida, graduando-se em Direito pela Universidade do Amazonas. Obteve os títulos de mestre e doutor em Direito Comercial pela Universidade de São Paulo, com pesquisa voltada ao direito de recesso nas sociedades por ações, tema central do direito societário brasileiro no período. Na UFPA, atuou como professor da Faculdade de Direito e do curso de Mestrado em Direito, participando ativamente da formação de estudantes de graduação e pós-graduação. Sua presença também se fez notar na vida institucional da Universidade, com atuação em colegiados, comissões e bancas acadêmicas, contribuindo para a consolidação do ensino jurídico na Amazônia. Sua produção intelectual inclui o livro Direito Falimentar, publicado pela CEJUP, além de artigos e textos dedicados ao direito comercial, ao direito do trabalho e ao direito econômico, evidenciando uma trajetória marcada pela articulação entre teoria jurídica, prática profissional e compromisso com a formação acadêmica. Paralelamente à docência, exerceu a magistratura como Juiz do Trabalho da 8ª Região, tendo presidido Juntas de Conciliação e Julgamento em Belém, Macapá e Porto Velho. No âmbito associativo, foi Presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região (AMATRA VIII) no biênio 1989–1991, além de integrar posteriormente sua diretoria, o que revela o reconhecimento de sua trajetória por seus pares. Ary Brandão de Oliveira foi também membro fundador da Academia Paraense de Letras Jurídicas, participando de um projeto coletivo voltado à valorização da escrita, da reflexão jurídica e da memória do Direito no Pará. Faleceu em 8 de julho de 1996, deixando um legado que marcou a história da Faculdade de Direito da UFPA. Durante alguns anos, seu nome esteve inscrito no auditório da instituição, espaço de aulas, encontros e debates acadêmicos. Hoje, o auditório já não existe mais, e em seu lugar funciona o laboratório de informática. Ainda assim, sua memória segue viva na trajetória da Faculdade, nas gerações que ajudou a formar e na história institucional que o Recontando Histórias se propõe a preservar.

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